Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011

Os espaços: a Madeira.

 

 

«Sentia falta dele e pensava várias vezes que, se ele não tivesse sido tão imbecil, poderiam estar a passar os dois por aquela experiência. Era óbvio que ele não poderia ter‑se mudado para o Funchal. Mas, se tinham estado dois anos a viver à distância (ele em Lisboa, ela em Famalicão), decerto teriam conseguido encontrar uma ponte de equilíbrio. Se ele não tivesse sido tão imbecil a ponto de ter ido viver com aquela miúda da faculdade, poderiam agora passear‑se pela avenida do Mar, tomar uma bebida no Lido, percorrer as levadas, nadar no Porto Santo. O centro do Funchal era particularmente simpático para passeios a pé (a falta de declives ajuda sempre — ali não havia sete, dezassete?, colinas), era fácil pensar que poderiam ser felizes ali

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publicado por umbloguesobreumlivro às 12:31
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